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Estudo da PwC aponta caminhos para resolver a crise de lucratividade no setor de serviços financeiros

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No estudo “A agenda da produtividade – indo além da redução de custos nos serviços financeiros”, a PwC aponta os principais desafios e oportunidades encarados pela indústria de serviços financeiros. A análise indica os caminhos que os executivos sêniores devem seguir se quiserem ir além do simples corte de gastos e melhorar a lucratividade a longo prazo.

 

Com bancos lutando para melhorar seus retornos sobre o capital, muitas instituições estão sendo forçadas a se reestruturar e cortar custos. Até mesmo na indústria de gestão de ativos, onde o ROE (Retorno on Equity) é maior que nas indústrias de serviços financeiros como um todo, há uma pressão para baixo em relação a margens e lucratividade. O corte de custos somente irá representar uma grande entrega. Se as instituições financeiras querem aumentar a lucratividade a longo prazo, eles precisam melhorar fundamentalmente a produtividade do empreendimento.

 

“A agenda de corte de custos adotada por muitas instituições desde a crise financeira tem, em sua essência, desglobalizado a indústria para deixá-la mais local ou nacional, encolhido a pegada global, alienado negócios locais e perdido clientes. No entanto, este processo já seguiu seu curso. Se rentabilidade é chegar em qualquer lugar próximo dos picos de quinze anos atrás, o que é necessário agora é focar fundamentalmente em construir um modelo de negócios sustentável que pode competir tanto com instituições incumbentes quanto com competidores que são apenas digitais”, declara John Garvey, líder global de serviços financeiros da PwC.

 

Baseando-se em uma pesquisa detalhada sobre a indústria global de serviços financeiros, a PwC identificou seis áreas onde as instituições financeiras podem focar seus esforços de produtividade para impulsionar a rentabilidade sustentável a longo prazo:

 

1: Melhor entendimento da sua força de trabalho

A experiência indica que simplesmente rastreando o número de horas gastas por tarefa, as organizações podem aumentar a produtividade em cerca de 15% a 20% e a implementação de catálogos de serviços e terceirização de múltiplos níveis pode trazer outra melhoria de 20%. Das organizações que não rastreiam o trabalho por horas e tarefas, 62% acreditavam que esse acompanhamento renderia benefícios de produtividade.

 

2. Repensando as funções de mudanças

Quarenta por cento das instituições financeiras estão gastando 20% do seu orçamento total nos chamados esforços para “mudar a instituição”. No entanto, apenas 15% deles disseram que estavam satisfeitos com sua capacidade de executar a mudança.

 

3. Abraçando a economia das plataformas

Atualmente, apenas 21% das instituições financeiras empregam ferramentas de crowdsourcing. Estas plataformas podem criar desafios que aproveitam o poder coletivo e os recursos de um grupo, que estará impulsionado por um senso de competição para desenvolver a melhor resposta.

                                                                                                      

A previsão é que trabalhadores freelancers ou terceirizados (“gigworkers”) irão realizar de 15% a 20% de todo o trabalho de uma instituição típica dentro de cinco anos. Isso se traduz em uma economia significativa, junto com o potencial de aumentar o nível de talento e inovação entregues da base de funcionários.

 

4: Melhorando o QI digital da força de trabalho

Como as pessoas vivem mais e trabalham por mais tempo, e taxas de desemprego permanecem baixas, treinamento digital e qualificação do mão-de-obra existente é particularmente crucial. Apesar da sua importância, pesquisas mostram que os esforços atuais não estão atingindo os resultados desejados.  Dos líderes de serviços financeiros entrevistados na CEO Survey 2018 da PwC, 75% relataram estar preocupados com escassez de habilidades digitais dentro da indústria.

 

5: Trazendo um mindset ágil para o mainstream

Para acompanhar competidores digitais e rapidamente entregar uma perfeita e instantânea experiência do cliente, 77% das instituições financeiras estão se tornando mais ágil em algum ponto das suas organizações.

 

6: Dominando o trabalho digital

Mais de 50% dos CEOs acreditam que a inteligência artificial terá um impacto superior ao da internet. Obtendo o equilíbrio perfeito entre as tarefas executadas pela inteligência artificial e aquelas por pessoas será a chave para o futuro sucesso das instituições financeiras.

 

“Está claro o que instituições financeiras precisam fazer para construir rentabilidade futura e para permanecerem competitivas. No entanto, fazê-las e executar as mudanças necessárias será um grande desafio. Muito em breve nós começaremos a ver quais CEOs levaram a agenda da produtividade a sério”, acrescentou John Garvey.

 

Link para a pesquisa completa: https://www.pwc.com/fsproductivity

 

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